
A civilização egípcia beneficiou, inicialmente, de um longo
período de paz e de elevada organização de estado que potenciaram a
prosperidade económica e o aperfeiçoamento das artes. E se bem que,
posteriormente, tenha conhecido períodos de declínio e estagnação conseguiu
sempre se reerguer até cerca de 30AC em que foi subjugada pelos Romanos.
Politica e economicamente a história da civilização egípcia
divide-se, em grosso modo, por quatro grandes períodos:
·
Império Antigo – Mênfis – primeiras pirâmides – 3000 a 2100 AC
·
Império Médio –
Tebas – sistema feudal - 2100
a 1700
AC
·
Novo Império – alargamento do território egípcio
– 1700 a
1100AC
·
Império Saíta – Persas – Delta do Nilo - 1100 a 30 AC
Contudo no que diz respeito à
cultura muito poucas alterações se verificaram ao longo dos três milénios,
grande parte, graças ao enorme poder dos sacerdotes que conseguiram impor e
manter regras rígidas, contendo assim qualquer ameaça ao seu elevado estatuto.

O vestuário reflecte esta inércia
e praticamente não se alterou. Durante os primeiros séculos manteve-se
exclusivamente nas formas drapejadas em tecidos de linho e sem grande
diferenciação entre sexos. No Novo Império surge a túnica calasiris e maior
variedade de cores, especialmente nos acessórios e complementos.
Contrariamente ao traje que se manteve sempre simples os cuidados com o
corpo atingiram grande requinte. Da sua higiene diária faziam parte o banho,
massagens, loções, pomadas reafirmantes, perfumes e pesada maquilhagem.
Depilavam todo o corpo inclusive a cabeça que cobriam com vistosas cabeleiras . Os homens usavam também
bigodes e barbas postiças.
Sem comentários:
Enviar um comentário